terça-feira, 6 de julho de 2010

Parto Patológico: Distocias Maternas e Fetais

Aula ministrada pelo Profº Msc. Diogo Ribeiro Câmara.

Paginas: 37

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Veterinário tem mercado amplo no País

De acordo com o CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária), o Brasil possui cerca de 59 mil veterinários, dos quais 44 mil estão atuando na área, principalmente na região Sudeste (46% ). A cada ano são formados 2.400 profissionais na área, saídos de uma das cerca de 140 instituições que oferecem esta possibilidade no País - um terço delas no Estado de São Paulo.
Para trabalhar nas várias áreas de atuação que passam por clínicas, indústrias de ração, medicamentos e defensivos animais, biotecnologia, reprodução animal, prevenção e saúde pública, pesquisas e outras, o médico veterinário precisa estar inscrito no CFM (Conselho Federal de Medicina).
A profissão está regulamentada desde outubro de 1968 pela Lei 5.517 e, segundo norma federal, possui piso nacional de seis salários-mínimos por jornada de seis horas. O trabalho se expande em diversas funções, mas as atividades rotineiras de um veterinário são consultas, cirurgias, vacinações, castrações e em alguns casos, eutanásia.
Independentemente de quanto se espera ganhar com a carreira, a profissão também desperta encanto pela proximidade com o mundo animal. A doutora Fabiana Toneto Paniagua conta que a decisão de se tornar médica veterinária já nasceu com ela e que com muita perseverança conseguiu se formar em 1996. Ela dá a receita para um ótimo começo em busca de emprego: "É preciso ir atrás. Durante minha graduação, aproveitava as férias para trabalhar em empresas de ração, medicamentos veterinários, melhoramento genético de bovinos", destaca ao comentar que foi com a ajuda da família que conseguiu abrir clínica própria.
Atualmente Fabiana exerce o cargo de chefe de divisão de veterinária e controle de zoonoses da Prefeitura de São Bernardo, onde foi aprovada como agente de controle de zoonoses e atuou na Vigilância Sanitária durante nove anos.
O caminho não foi muito diferente para a também médica veterinária Melissa Vautier, do departamento de zoonoses de São Caetano, para quem a vontade de ser veterinária existia desde criança: "Logo ao chegar ao Ensino Médio decidi pela área biológica e cursei Patologia Clínica. Depois de concluído este curso ingressei na faculdade, onde me formei em 1994. Ela conta como foi o início de carreira: "Meu primeiro estágio foi voltado para clínica de pequenos animais e na área empresarial de uma empresa de rações, mas, tudo depende da área que você quer seguir".
Mauro Figueiredo dos Santos, que esta cursando o último ano de Veterinária, também fala das razões que o levaram a escolher o curso: "Cresci pensando em ser médico veterinário; sempre gostei de animais e sempre demonstrei interesse pela área, mas a escolha veio em definitivo quando eu tinha 14 anos e tinha em casa um casal de cachorros da raça pastor alemão.
A fêmea estava esperando filhotes e na hora de nascer ela teve problema e um dos filhotes estava com dificuldades para nascer e eu através de orientações por telefone de um veterinário consegui realizar o parto", destaca Mauro que espera trabalhar em órgãos públicos, como Centro de Controle de Zoonoses ou na Vigilância Sanitária e, quem sabe, no futuro, abrir uma empresa de consultoria de alimentos. O estudante já estagiou em clínicas veterinárias e no Centro de Controle de Zoonoses de São Caetano, mas, decidiu-se pela área de alimentos.
Fabiana Toneto Paniagua realça a importância do aprendizado para acumular conhecimento na vida do futuro médico veterinário e dá algumas dicas que considera importantes para os novatos: "Façam cursos rápidos de diversos assuntos; não esperem o emprego cair do céu e não desistam nunca do sonho de ser um médico veterinário, pois não há sensação melhor que olhar nos olhos de um animal que estava em sofrimento por qualquer agravo, doença ou condição e ver sua gratidão, após um tratamento, uma melhora", diz.
*A aluna , do 2º ano, foi orientada pelo professor Flávio Falciano do curso de Jornalismo.

Fonte: DGABC

terça-feira, 11 de maio de 2010

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sábado, 10 de abril de 2010

Amizade entre cão e homem desafia a lógica

foto: Gildo Loyola - GZ
Angélica Freire Cordeiro - cães e donos
Tucha e Angélica Cordeiro: o xodó das duas é até alvo de algumas reclamações

A notícia se espalhou pelo mundo: um cachorro da raça Boxer se jogou na frente de um assaltante para salvar seu dono e acabou baleado. Assustado, desapareceu e foi considerado morto pela família, que vive no Texas, Estados Unidos. Dois meses depois, no início desta semana, foi encontrado numa cidade próxima e, assim que viu o dono, pulou em seu colo, comprovando que a amizade entre animais e o homem desafia a lógica, o instinto animal e até a distância.

Os cães tendem a repetir as atitudes de quem está por perto e se tornam protetores dos donos, segundo a veterinária Mônica Alvarenga Feijó. "É impressionante. Até a doença dos donos eles repetem. A gente vê isso acontecer com uma frequência enorme. A relação é tão intensa, que a personalidade acaba sendo a mesma", diz.

Angélica Freire Cordeiro, 43 anos, assina embaixo. Em 2007, ela teve um grave problema de saúde e ganhou um presente especial da família, para que não entrasse em depressão. O presente se chamava Tucha, uma Spitz Alemã com cinco meses, na época. No inpicio as duas nem podiam ficar muito próximas, por causa da doença de Angélica. Mas com o tempo, as duas não se separaram mais. "A partir do momento que eu fui melhorando, a Tucha virou o centro das atenções dessa casa. Ela virou a alegria da família", desabafou.

O xodó entre as duas é até alvo de algumas reclamações, segundo Angélica. Mas ela não se importa. "Muitos perguntam como eu não tenho esse amor tão grande por outras pessoas, por exemplo, como eu tenho por ela. Mas só a gente sabe o que eu passei com ela do meu lado. Quando viajo, fico louca para voltar logo. Eu sinto que ela me ama e eu a amo intensamente", declara.

Quem também não fica sem o cão é a assessora jurídica Renata Souza. Ela tem uma fêmea de labrador chamada Mel, que começou a sentir um desconforto, no ano passado, e foi levada ao veterinário. O diagnóstico foi Cinomose, uma das doenças mais graves dos cães, provocada por um vírus e que pode levar até á morte do animal. "O gasto foi grande na época. Foram mais de R$ 2 mil. E nós nunca pensamos em ficar longe dela. Tratamos dela sempre com esperança dela se curar".

Imediatamente Mel começou o tratamento com medicamentos e ficou curada. Mas passou a se arrastar, já que perdeu a força nas patas traseiras. O problema só foi resolvido depois de cerca de três meses, quando Mel foi submetida a tratamento com acupuntura veterinária e voltou a andar normalmente. "Ela é muito agitada. Tem uma energia que precisa ver. Não é um cachorro quieto. Brinca com todo mundo, fica triste quando a gente não sai de casa em dia de chuva. É a mesma coisa que um ser humano", explicou.

Surpresa até no trabalho

Até quem está acostumado com histórias de cães, também fica surpreso com o vínculo entre pessoas e bichos. A veterinária Mônica Feijó nunca se esquece de um episódio que ocorreu há cerca de dez anos com uma cliente, mas que ficou guardado pra vida toda. Um funcionário da casa dessa cliente pediu dispensa do trabalho e decidiu roubar o cachorrinho da família, na época ainda recém-nascido.

Dois anos depois, a mulher do ex-funcionário decidiu devolver o cão, já crescido, aos verdadeiros donos. Mas nem a família reconhecia o cão, nem o cachorro lembrava dos donos. A solução só foi encontrada no consultório da veterinária.

"Eu pedi que eles lembrassem de alguma característica que só ele tinha, quando era filhote. E eles lembraram de uma música infantil que, quando era cantada, o filhote uivava muito. Pronto. Foi só cantar a música e o cachorro lembrou, uivou da mesma forma que antes e não restou mais dúvidas. Era ele mesmo. Todo mundo chorou na sala, até eu", brincou.

 Assista o Vídeo "Qual o cão ideal para o seu tipo de vida?"

Fonte: Gazeta on-line

Introdução à Teriogenologia - Anatomopatologia do Sistema Genital Masculino

 Patologia Espermática - Macrocefalia

Aula ministrada pelo Profº Msc. Diogo Câmara Ribeiro.

Páginas:  49

Tamanho:7,6 Mb

Formato: PDF

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