domingo, 29 de agosto de 2010
Cães maiores são mais inteligentes, diz estudo
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Quanto vale a saúde do seu bichinho de estimação?
Pesquisa nos Estados Unidos mostra que donos de cães e gatos não estão dispostos a gastar muito no tratamento de seus pets
The New York Times | 09/07/2010 10:39segunda-feira, 5 de julho de 2010
Veterinário tem mercado amplo no País
sábado, 10 de abril de 2010
Amizade entre cão e homem desafia a lógica
A notícia se espalhou pelo mundo: um cachorro da raça Boxer se jogou na frente de um assaltante para salvar seu dono e acabou baleado. Assustado, desapareceu e foi considerado morto pela família, que vive no Texas, Estados Unidos. Dois meses depois, no início desta semana, foi encontrado numa cidade próxima e, assim que viu o dono, pulou em seu colo, comprovando que a amizade entre animais e o homem desafia a lógica, o instinto animal e até a distância.
Os cães tendem a repetir as atitudes de quem está por perto e se tornam protetores dos donos, segundo a veterinária Mônica Alvarenga Feijó. "É impressionante. Até a doença dos donos eles repetem. A gente vê isso acontecer com uma frequência enorme. A relação é tão intensa, que a personalidade acaba sendo a mesma", diz.
Angélica Freire Cordeiro, 43 anos, assina embaixo. Em 2007, ela teve um grave problema de saúde e ganhou um presente especial da família, para que não entrasse em depressão. O presente se chamava Tucha, uma Spitz Alemã com cinco meses, na época. No inpicio as duas nem podiam ficar muito próximas, por causa da doença de Angélica. Mas com o tempo, as duas não se separaram mais. "A partir do momento que eu fui melhorando, a Tucha virou o centro das atenções dessa casa. Ela virou a alegria da família", desabafou.
O xodó entre as duas é até alvo de algumas reclamações, segundo Angélica. Mas ela não se importa. "Muitos perguntam como eu não tenho esse amor tão grande por outras pessoas, por exemplo, como eu tenho por ela. Mas só a gente sabe o que eu passei com ela do meu lado. Quando viajo, fico louca para voltar logo. Eu sinto que ela me ama e eu a amo intensamente", declara.
Quem também não fica sem o cão é a assessora jurídica Renata Souza. Ela tem uma fêmea de labrador chamada Mel, que começou a sentir um desconforto, no ano passado, e foi levada ao veterinário. O diagnóstico foi Cinomose, uma das doenças mais graves dos cães, provocada por um vírus e que pode levar até á morte do animal. "O gasto foi grande na época. Foram mais de R$ 2 mil. E nós nunca pensamos em ficar longe dela. Tratamos dela sempre com esperança dela se curar".
Imediatamente Mel começou o tratamento com medicamentos e ficou curada. Mas passou a se arrastar, já que perdeu a força nas patas traseiras. O problema só foi resolvido depois de cerca de três meses, quando Mel foi submetida a tratamento com acupuntura veterinária e voltou a andar normalmente. "Ela é muito agitada. Tem uma energia que precisa ver. Não é um cachorro quieto. Brinca com todo mundo, fica triste quando a gente não sai de casa em dia de chuva. É a mesma coisa que um ser humano", explicou.
Surpresa até no trabalho
Até quem está acostumado com histórias de cães, também fica surpreso com o vínculo entre pessoas e bichos. A veterinária Mônica Feijó nunca se esquece de um episódio que ocorreu há cerca de dez anos com uma cliente, mas que ficou guardado pra vida toda. Um funcionário da casa dessa cliente pediu dispensa do trabalho e decidiu roubar o cachorrinho da família, na época ainda recém-nascido.
Dois anos depois, a mulher do ex-funcionário decidiu devolver o cão, já crescido, aos verdadeiros donos. Mas nem a família reconhecia o cão, nem o cachorro lembrava dos donos. A solução só foi encontrada no consultório da veterinária.
"Eu pedi que eles lembrassem de alguma característica que só ele tinha, quando era filhote. E eles lembraram de uma música infantil que, quando era cantada, o filhote uivava muito. Pronto. Foi só cantar a música e o cachorro lembrou, uivou da mesma forma que antes e não restou mais dúvidas. Era ele mesmo. Todo mundo chorou na sala, até eu", brincou.
Assista o Vídeo "Qual o cão ideal para o seu tipo de vida?"
Fonte: Gazeta on-line
sábado, 31 de outubro de 2009
Primeiros socorros para cães e gatos
Quando seu animal de estimação sofre um acidente, seja ele grave ou não, os primeiros socorros são indispensáveis. Aprenda como ajudá-lo nessa hora de muita dor
por Elaine Moraes | design Letícia Rapos
Alerta
Limpeza
Não deixe o animal lamber o machucado. Ao imobilizá-lo, pegue um tubo de soro fi siológico, faça um furo na tampa e espirre alguns jatos sobre o local ferido para retirar resíduos de asfalto, grama ou terra que possam causar infecções. Após a higienização, utilize gaze ou tecido bem limpo para cobrir o ferimento.
Medicamentos
Não ofereça medicação humana aos animais. Só depois da avaliação de um profi ssional e de exames específi cos é possível saber a gravidade do acidente e que tipo de tratamento será indicado — as opções vão de antibióticos e anti-inflamatórios a fi sioterapia (veja o quadro à esquerda). De qualquer forma, siga sempre as orientações do veterinário.
Fratura exposta
O animal costuma suportar a dor mais até do que os seres humanos, mas não tente ajeitar um osso fora de lugar nem fazer movimentos bruscos. Tudo isso pode agravar a situação. Acalmá-lo nesses momentos é fundamental para que ele não avance. “Em casos de hemorragia, use um pano limpo para conter o sangramento e faça compressas com as mãos sobre a fratura”, orienta Cyon.
Cuidados imediatos
A veterinária Thais Fernanda da Silva Machado, de São Paulo, avisa: “Fraturas mal tratadas podem causar deformidade de angulação que deixam os membros tortos, provocam difi culdade de locomoção e infecções, principalmente em caso de feridas abertas, que se complicam e podem comprometer para sempre a pata”. Ou seja, não protele os cuidados com o animal.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Pensamentos Sobre Animais
- Samuel Butler - (Novelista Inglês - 1835-1902)
- Buda
- Richard Wagner
- Thomas Jefferson
- Ronnie Lee (1951)
- Milan Kundera
- Tolstoi
- Eurípedes Kühl
- Abraham Lincoln
- Henry Ward Beecher (Abolicionista)
- Dr. Louis J. Camuti
- Julia Allen field, 1937
- Sigmund Freud
- Paul e Linda McCartney
- Dr. Albert Schweitzer
- Clive Hollands (1929)
- Victor Hugo
- Albert Schweitzer (1875-1965)
- Ogonyok (1979 - Soviet anti-cruelty magazine)
- Doris Day
- Milan Kundera
- Sua Santidade Dalai Lama (1935-)
- Charles Darwin
- Mark Twain (Escritor)
"Os animais dividem connosco o privilégio de terem uma alma. "
- Pythagoras
- Mark Twain (Escritor)
- Dr. Werner Hartinger (Cirurgião, Alemanha, 1988) Chief Surgeon, Alemanha Ocidental, 1988
- Henry David Thoreau
Eles sentem a aproximação da morte. Eu não pude suportar a cena. Chorei como uma criança.
Corri para o topo da colina e mal conseguia respirar...senti-me sufocado...senti a morte do carneiro."
- Vaslav Nijinsky (Bailarino e coreógrafo)
- Edgar Kupfer-Koberwitz
- Émile Zola
- Leo Tolstoy (Escritor)
- Marquês de Maricá
- John Douglas, analista do FBI que estuda o perfil de assassinos
"Por trás de bela pele, há uma história. Uma sangrenta e bárbara história."
- Mary Tyler Moore (Atriz
- Lamartine
- Mark Twain (Escritor)
- Leonardo da Vinci
- Professor Charles R.Magel (1920)
- Mahatma Gandhi (Estadista e filosofo)
- São Francisco de Assis
- Charles Darwin
- Abraham Lincoln (Presidente Americano)
- Albert Schwweitzer (Nobel da Paz - 1952)
- George Bernard Shaw (Dramaturgo, Nobel 1925)
"Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário civilizar o homem em relação a natureza e aos animais."
- Victor Hugo
- Buda (563? - 483? A.C.)
- Grace Slick (Músico)
- Humboldt
- Thomas Edison
- Fred A.McGrand (1895)
- Émile Zola
- Mahatma Gandhi
- Richard Gere
- Jeremy Bentham
- Arthur Schopenhauer
- Mahatma Gandhi (Estadista e filósofo)
- Albert Schweitzer
- Mahavamsa (Budista)
- Albert Einstein (fisico, Nobel 1921)
Fonte: Laura B Martins
Vale a pena dar um cãozinho ao seu filho?
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Você se preocupa com a saúde bucal do seu animal?
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Atentos, independentes e amorosos, os gatos ganham espaço e ocupam as casas dos brasilienses

Gatos de raça, adotados ou vira-latas, cada dia mais os felinos estão presentes como bichinhos de estimação nas casas de Brasília. Para alguns, são como filhos e, para outros, eles são mais que apenas uma companhia que diverte e distrai os ambientes familiares. Hoje, os bichanos começam a conquistar mais espaço entre aqueles que antes tinham medo ou preconceito, por serem animais independentes e com temperamento imprevisível.
O que mais tem surpreendido os donos é a amizade que os gatos, até então tidos pela maioria como traiçoeiros, podem oferecer. Com personalidade inquieta, veterinários e criadores dos bichinhos recomendam que seja sempre estimulada a brincadeira dentro de casa, dando tempo para que eles se adaptem com o dono e o novo lar. Paciência é o primordial para se acostumar com o novo companheiro dentro de casa. Diferentemente dos cachorros, os gatos não são animais submissos e preservam muito sua liberdade e espaço, o que para quem nunca teve um antes, pode ser uma surpresa.
Segundo a veterinária Vanessa Pimentel, se apaixonar pelo bichano é questão de tempo. Dona da clínica veterinária Só Gatos, ela diz que sua preferência pelos gatos já fica clara no nome do consultório, que tem atendimento exclusivo para eles. Com 28 anos, a veterinária contou que desde que entrou na faculdade já tinha certeza de que sua vontade era fazer um trabalho voltado para os felinos.E foi no ano passado que, ao lado de sua mãe, também veterinária, abriu a clínica. "Atuo sozinha como veterinária na clínica, mas para cada paciente eu tenho um cuidado especial e toda a atenção que eles merecem. Se eu não amá-los como amo os meus, então nada disso tem sentido", disse Vanessa.
Recepcionistas
Com seis gatos, a veterinária disse que quatro ficam em seu apartamento e dois ela levou para a clínica, onde transitam durante todo o dia. "Os dois que ficam na loja são como recepcionistas, são educados e tranquilos. A presença deles deixa os clientes e os outros gatos que chegam lá mais a vontade no ambiente", explicou Vanessa. Para ela, os bichinhos são atentos e amorosos com os donos, respeitam o lugar de cada um, ao mesmo tempo em que mantêm o seu próprio espaço. "Sou muito grata com o retorno que tenho com o tratamento dos gatos na clínica. Ver a felicidade dos donos e dos filhotes é uma realização e satisfação muito grande", completou.
Animais para adoção
Para aqueles que pretendem adotar um filhote, a veterinária conta que o período de socialização dos gatos é entre duas e 12 semanas de idade. Ela recomenda que, neste período, ele seja exposto ao convívio com as pessoas, crianças e até outros gatinhos.
Sandra Regina Gonçalves é uma fã do animal. Ela possui nove gatos, sendo que quatro ficam na casa de sua mãe, em Goiânia, e cinco moram com ela em seu apartamento. Quando me mudei para Brasília, há cinco anos, senti muita falta dos gatos e cachorros que tinha na minha casa, mas como criar um cachorro dentro do meu apartamento seria inviável, optei por adotar um gatinho", contou Sandra. Segundo ela, tudo começou quando pegou na rua uma gata que estava grávida. Com nove filhotes, Sandra resolveu deixar em seu apartamento a mãe e um dos filhotes. A partir daí, passou a adotar vários e levar para dentro de casa os abandonados na rua. "Eu cuido deles, crio durante um tempo e deixo na minha casa até ficarem prontos para irem para outro lar. Criei um perfil no Orkut onde divulgo que tenho gatos para adoção e os interessados preenchem um questionário para ver se estão adequados às exigências que eu acredito o candidato a dono do bichinho deve ter", explicou.
Sandra contou que ao longo desses nove anos como criadora dos bichanos, nunca teve problemas com o temperamento deles. "Nunca fui atacada e nem levei uma unhada. Os gatos são animais fascinantes e dóceis, eles criam amizade com o dono. As pessoas só precisam entender que eles não devem ser acuados, assim como qualquer outro animal. Eles só vão atacar para se defenderem, quando se sentirem ameaçados", alertou a criadora. Sandra disse ainda que não se sente sozinha em casa e que seus filhotes são como crianças que não precisam de babás, nem de muitos cuidados.
Fonte: Clica Brasília
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Gatos que convivem com cães quase sempre dão as cartas
Atina "adotou" Geremias; aos três anos, a gata SRD (sem raça definida) faz do labrador de sete anos um verdadeiro capacho"Os gatos são mais territoriais e, por isso, têm fama de durões", explica a veterinária especializada em felinos Graziela Maria Vieira. "Já os cachorros são mais sociais e administram bem um animal de espécie diferente no mesmo espaço."
Na casa do estudante Silvio Crisostomo e da supervisora Lela Santos, ambos 36, quem realmente manda é Atina. Aos três anos, a gata SRD (sem raça definida) faz do labrador Geremias, 7, um verdadeiro capacho.
"Ela chegou para salvar Gerê de uma depressão profunda. Ele ficava muito sozinho e, segundo o veterinário, precisava de uma companhia", conta Silvio. Como a casa não comportava outro animal do mesmo tamanho, fizeram o teste com a gata, e deu certo.
Atina, que durante a reportagem brigava com o cão ao vê-lo receber afagos, captou a mensagem. "Ela adotou o cachorro a ponto de sentir ciúme dele", diz Lela. "Se brigamos com Gerê por causa de alguma travessura, ela fica ao seu lado e nos ignora."
Veterinário e professor de psicobiologia da PUC-SP, Mauro Lantzman faz um alerta sobre esses palpites, que interpretam como ciúme alguns comportamentos. "Quando bichos e humanos dividem o mesmo teto, algumas respostas a estímulos podem ser confundidos com personalidade."
Dona de dois cachorros e três gatos, a veterinária Fernanda Lorenzo, 25, comprovou a superioridade dos felinos. "Já tinha os cachorros quando os gatos vieram. Em questão de dias, os bichanos mostraram seus traços dominantes", afirma.
Na relação entre a gata Olívia e o cão IG, ambos sem raça definida, é ela quem dá as cartas. "Ele chega a chorar quando Olívia impede seu caminho." Já no caso da outra gata da família, a vira-lata Julieta, 4, a história muda um pouco, e ela costuma se adaptar ao comportamento dos cães. Se eles estão à beira da mesa pedindo comida, lá está ela fazendo o mesmo.
Sinal de que os gatos não são dominantes sempre. "Isso depende do ambiente social em que vivem e do temperamento do cachorro", frisa o veterinário Lantzman.
Como garantir uma convivência pacífica
- Gatos de pelos longos, como persas e angorás, são mais adaptáveis ao convívio com cachorros
- Para os cães, não existe uma raça adequada, basta que o animal seja dócil
- Quando o bicho novo chegar, deixe-o em um cômodo sozinho durante 24 horas
- O tempo irá ajudá-lo a reconhecer os movimentos da casa e fará com que os animais sintam os cheiros uns dos outros por debaixo da porta
Para o cão não comer o que não deve
Um dos muitos motivos para eu sempre comparar cães domésticos a crianças de dois anos e meio é que ambos, embora bastante independentes para muitas atividades, precisam de orientação de adultos humanos - e ambos adoram explorar o mundo usando todos os sentidos, sempre ouvindo, apalpando, cheirando e degustando tudo que descobrem.
Quase todo pai e mãe têm alguma história do tipo "minha filha achou em casa uma garrafa de Baré-Cola e só depois de beber metade percebeu que era desinfetante".
Do mesmo modo, devemos estar atentos para todo tipo de perigos alimentares a que nossos cães estão sujeitos, desde plantas potencialmente perigosas a guloseimas humanas que nem humanos deveriam comer. E o problema não é só a saúde do cão, mas o incômodo de percebemos que, por exemplo, ele acaba de pulverizar o jornal que ainda nem lemos ou aquele boleto bancário que veio por debaixo da porta. Pois bem, vamos ensinar o peludo a não mastigar o que não deve e, caso acabe acontecendo, socorrê-lo de acordo.
Mais vale prevenir...
Ser vegetariano é bom, mas não significa sair comendo tudo que é vegetal, inclusive sua plantação de tomates com que você pretende alimentar a família, aquelas belas flores que você ganhou do namorado e especialmente qualquer planta que solte seiva branca, que é tóxica para os cães e gatos, podendo lhes causar desde um mal-estar passageiro até a morte. As "vilãs" mais famosas são a azaléia, samambaia, espada-de-são-jorge, hortênsia, copo-de-leite, bico-de-papagaio, mamona, hera (que, não à toa, ganhou até música, "venenosa, ê, ê, ê, ê, ê"), costela-de-adão e comigo-ninguém-pode.
A listinha também inclui jarro-dos-campos, lauréola, saia-branca, abacateiro, amarílis, madressilva, mandrágora, meimendro, flor-das-almas, mezereão, morrião, pinhão-roxo, narciso, oleandro, espirradeira, poinsettia, ranúnculo, arruda, redodendro, coroa-de-cristo, rícino, robinia, salsaparrilha, bastarda, solanáceas (beladona), tremoceiro, olho-de-cabra e tulipa. (Este é um resumo de cerca de dez listas que consultei, brasileiras e estrangeiras, e todas diferentes entre si.) Ah, sim: algas azuladas de piscinas ou aquários também são perigosas.
A primeira coisa a fazer, para evitar ao máximo que o cão precise no futuro ser examinado pelo veterinário, é o dono examinar a casa, para identificar e remover perigos em potencial. Justamente por ser óbvio é sempre bom lembrar: mantenha produtos de limpeza, medicamentos e inseticidas longe do alcance. A segunda coisa é a mesma a ser feita com as crianças humanas (não podia faltar a comparação de novo): enfatizar atividades e atitudes positivas. Brinque e passeie com o cão o mais que puder, inclusive incentivando outros habitantes da casa a fazerem o mesmo, e dê-lhe muitos brinquedos que o peludo possa morder sem prejuízo para a saúde dele (ou seja, que não solte lascas nem tenha chumbo, zinco ou mercúrio) ou o seu bolso.
Se você perceber que o cão está prestes a avançar para cima de uma planta, seja mais esperto que ele distraindo-lhe a atenção para a planta com um brinquedo ou um petisco. Caso ele se mostre ainda mais esperto e já esteja a milímetros da planta, aí tudo se resume a uma palavra: o comando de "não", repetido até o canino perceber que não deve fuçar nas plantas.
"Pacci, minha mestiça de Fila com Boxer, destruiu o jardim de casa", lembra a webmaster Maria Adela Basualdo. "Ela destruiu todas as plantas, até a roseira, não era uma roseirinha pequena, mas uma grande. Ela comia até vassouras, qualquer coisa mastigável; se ela experimentava e gostava, continuava comendo. Só pedra ela experimentou e não gostou. Mas começamos a brincar com ela, ela tinha seus brinquedos, e quando completou dois anos ela parou de mexer nas plantas e no que não devia por si mesma."
Agora, não se esqueça de que toda família que tem pelo menos um cão torna-se, do ponto de vista dele, uma matilha. Se o cão foi muito dominante, ele irá medir forças com você e, mesmo não sendo violento, vai querer exercer a liderança dele ignorando a sua.
Mas cabe a você demonstrar quem é que manda na casa (como mostramos em artigo anterior desta série). Poderá ser necessário borrifar nas plantas rapé, pimenta caiana ou tabasco, cujo efeito para os cães é o de repelente natural, sem o risco dos repelentes químicos - mas não deixe o repelente agir sozinho, reforçando-o com cão o comando de "Não!" sempre que o peludo tentar saborear a planta. E você poderá deixar de usar a pimenta caiana ou outro repelente quando o cão deixar de mexer nas plantas. (Só que estes repelentes não costumam intimidar o Beagle e outras raças com forte instinto caçador.) Se o cão for realmente moleque e dominador e, apesar de todos os esforços em contrário, não parar de mexer na planta, o jeito será colocá-la longe do alcance dele.
E quando a planta vem ao alcance do cão? Quero dizer, quando vocês estão passeando, ele encontra uma planta e vai metendo a boca. Então puxe-o de leve com a coleira, elogiando-o logo que ele largar a planta. Ao que consta, comer um pouco de grama pode até fazer bem para o cão - mas não se ela estiver contaminada com agrotóxicos, veneno para ratos ou baratas ou lixo apodrecido.
E o comando "Não", tantas vezes quanto necessário, é indicado também para o cão (especialmente quando ainda filhote) deixar de mastigar a horta, papéis, velas, sapatos, meias e quaisquer outros objetos indevidos.
Ah, sim: se o cão passar mal devido a preparados químicos, pode não ser culpa dele, e sim por intoxicação devido à permanência em ambientes fechados ou mal ventilados onde se use (para matar cupins ou ácaros, por exemplo) ou armazene tais compostos.
É sempre bom lembrar
Já falamos aqui sobre ossos terem se folclorizado como o grande símbolo da alimentação canina, mas apresentarem perigo para o bicho caso sejam muito pequenos, cozidos ou quebradiços. Falamos também sobre o extremo cuidado necessário ao se dar comida destinada a humanos, cujo equilíbrio de proteínas, gorduras e temperos costuma ser diferente do ideal para o peludo e cuja quantidade não deve ultrapassar dez por cento de sua alimentação total.
Tudo bem o canino comer iogurte, arroz, batatas, cenouras, brócolis ou carne magra, mas dar-lhe doces pode lhe causar cáries e até diabete, tal como nos humanos. Gordura em excesso pode causar pancreatite. Ácido cítrico não costuma ser tolerado pelo aparelho digestivo canino, embora sucos de frutas possam fazer bem. E observe se seu canino tem tolerância à lactose. Acredite se quiser: há cães que aceitam bebidas alcoólicas e há pessoas que as servem aos cães, nem pensando no risco de coma e até de morte.
E há alimentos saudáveis ou prazerosos para os humanos, porém terminantemente proibidos para os caninos, como chocolate (o cacau contém teobromina, o inimigo número um do sistema digestivo canino!), alho & cebola (podem causar anemia), uvas (podem sufocá-los pelo tamanho, além de atacar os rins) e abacate.
(Em um de meus artigos comentei "Ainda bem que existe chocolate especial para cães", e me disseram "Para quê?" Já que sou o rei de responder a perguntas retóricas, acho que a resposta está na necessidade que muitos humanos têm de, mais que tratar suas "crias" peludas como membros da família, humanizá-las e quase esquecer de que continuam sendo cães ou gatos, e se igualarem em carência e superproteção àquelas supermães que gritam "Vai vestir casaco, menino, que eu estou com frio!".)
"Nójento?"
Não podemos perder de vista que, por mais que amemos nossos caninos, eles continuam sendo caninos e sem os mesmos parâmetros humanos de bom gosto. (Por sinal, nem vou discutir com quem gosta de escargots ou buchada de bode, e lembremos o que eu disse sobre certos alimentos humanos que nem os humanos deveriam comer.) Se alguns cães ingerem vômito ou cocô, o mais urgente é procurarmos saber o porquê. E pode haver vários porquês.
Um deles pode ser a falta de um "pai" ou "mãe" presente: muitas vezes alguém se esquece de repor a ração do canino e ele simplesmente se vira comendo o que encontra, ou ele se sente sozinho e quer chamar atenção. Ele pode também se servir das fezes de outros animais ao sentir pelo cheiro a presença de nutrientes (é claro que ele "sabe" disso por instinto) que sua própria ração pode não ter; vermes são outro fator que pode levar o cão a comer de tudo. E há cães que, de tanto levar bronca por fazerem o número dois onde não devem, devoram o cocô para sumir com a "prova do crime" e escaparem de mais bronca. Motivo parecido pode levar um pai ou mãe canina a comer fezes ou vômito de seus filhotes, visando destruir provas da presença deles e assim protegê-los contra predadores.
Como dissemos, o cão tem parâmetros diferentes e mais simples em relação aos humanos. Mas, fazendo ele parte de tua "matilha" e sendo você o dominador, ele comerá o que você lhe servir. E é claro que, mais que dominador, você será um "pai" ou "mãe" presente para seu peludo.
Em caso de emergência
Normalmente, se o cão morder alguma planta venenosa ou ingerir algum produto químico ou alimento indevido em pequena quantidade, ele terá apenas ataques de vômitos ou diarreia e logo ficará bem. (Mila, minha "neta" canina, praticamente se especializou em devorar balões de festas que meu filho às vezes esquecia pelo chão, mas ela esfarelava tanto os balões que o único resultado visível era o clima festeiro das fezes multicoloridas.)
Mas se a intoxicação tiver sido forte a ponto de o cão perder as forças ou os sentidos ou estiver com dificuldade para respirar, a primeira providência é correr para o veterinário. De qualquer forma, se o cão começar a passar mal e houver alguma dúvida quanto à causa, ou mesmo em caso de suspeita de ele ter comido o que pode lhe fazer mal, comece telefonando para o veterinário.
Fazer o cão vomitar só é bom no máximo duas horas após o bicho ter ingerido a toxina; após esse prazo ela já alcançou o intestino delgado e não poderá ser posta pela boca.
Se o bicho tiver bebido gasolina, querosene, removedor de manchas ou outro derivado de petróleo, fazê-lo vomitar pode fazer com que o esôfago e a cavidade bucal fiquem novamente irritados no caminho de volta.
Em outras circunstâncias, e se o veterinário recomendar, aí, sim, é bom chamar o amigo Hugo, fazendo o cão beber um pouco de água oxigenada pura (a 10 volumes) ou um soro de água bem salgada (três colheres de sopa de sal por copo).
Se o bicho tiver queimaduras na boca ou garganta resultantes da ingestão de produtos de limpeza, lave as partes queimadas com água e dê ao cão soro para induzir mais aos vômitos. Em caso de feridas na pele, lavar bem com sabão ou detergente suaves e muita água fresca, sem esfregar, suaaaaaaaaavemente.
Em seguida, corra para o veterinário. O tratamento imediato pode incluir lavagem intestinal. Daí é observar: sintomas e efeitos de intoxicação e envenenamento costumam aparecer em até uma semana, conforme o porte do cão e o tipo & quantidade de tóxico ingerido.
As listas de antídotos para cada substância tóxica são quase tão grandes e numerosas quanto as de plantas; segue abaixo um resuminho para ajudar enquanto se fala com o veterinário.
Se o canino ingeriu antigripais e antiinflamatórios sem esteróides, use hidróxido de magnésio (bem mais conhecido como leite de magnésia) e hidróxido de alumínio (pepsamar). Se foi algum veneno para ratos ou parasitas, medicamento antidepressivo, arsênico, barbitúricos, aspirina e demais salicídiosarbitúricos, chocolate, metaldeide (presente em alguns moluscos) e tabaco, vá de carvão ativado. E no caso de plantas venenosas, dê ao cão água oxigenada ou xarope de ipecacuanha, conhecido fora do Brasil pelo mais pronunciável diminutivo "ipecac".
Por falar em palavras pronunciáveis fora do Brasil, caso seu veterinário esteja inacessível ou vocês estejam em outra cidade, é possível obter assistência imediata e até barata dos Estados Unidos, bastando telefonar para o National Animal Poison Control Center (NAPCC), ou seja, o Centro Nacional de Controle de Envenenamento Animal, mantido pela Faculdade de Medicina Veterinária de Illinois. O número do telefone é (001880) 548-2423. Ma se tu non parli Inglese, não se avexe: a companhia telefônica logo colocará um intérprete na linha. Daí é o de praxe: o veterinário perguntará a idade, raça, sexo e peso do canino, o que ele inventou de (ou o que o deixaram) enfiar na boca e os sintomas. Ah, sim: a consulta sai por 30 dólares (mais uma pequena taxa se, como eu disse, tu no hablas Inglés e precisar do tradutor) e o pagamento é feito com cartão de crédito internacional (Credicard, Visa ou Amex); consultas de retorno não são cobradas e o NAPCC atende sete dias por semana, 24 horas por dia.
E caso o cão tenha resolvido engolir um alfinete ou outro objeto pontudo, dê-lhe pão em pedaços pequenos, para formar um bolo alimentar que servirá de "almofada" para ajudar a agulha a sair sem causar estragos. Mas não se esqueça de, logo em seguida, correr para o veterinário.
Um petisco de filosofia "diet" para terminar
Pois é, criar filhos, caninos ou não, como se deve é trabalhoso - mas trabalho melhor não há. E todo mundo passa por alguma indigestão ou intoxicação, até cuidarmos de nós mesmos às vezes é difícil - mas conhecermos a nós mesmos ajuda muito a conhecermos nossas crias e cuidarmos melhor de todos.
Dissemos que crianças e caninos domésticos adoram explorar o mundo com todos os sentidos. Bem, acabo de me lembrar de que os franceses de todas as idades também fazem isso, mestres que são em se fazer notar por sua música, cinema, culinária e perfumes, bien sûr. A questão é todos sermos bons guias e exploradores. E todos nós, franceses ou não, humanos e caninos, podemos tornar este mundo e a nós mesmos melhores - em todos os sentidos mesmo!
(No próximo artigo falaremos sobre a tremenda disposição de alguns caninos para explorar o mundo.)
Fonte: Br Notícias
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Vínculo de pessoas com animais preocupa infectologistas

23 de setembro de 2009
Foto: The New York Times - Brenda Goodman
Por décadas, o germe MRSA, resistente a medicamentos, era causa de preocupação quase exclusivamente para os seres humanos e se difundia primordialmente em hospitais e outras instituições de saúde. Mas nos últimos anos, o germe vem se tornando problema cada vez mais sério para os veterinários e o número de infecções que causa em pássaros, roedores, gatos, cachorros, cavalos e porcos está em alta.
Isso, dizem os especialistas em doenças infecciosas, está se tornando um risco para os seres humanos que são donos desses animais ou passam o tempo em contato com eles. "O que aconteceu pela primeira vez, ao menos em nossa percepção, é que surgiu um ciclo reverso de contaminação de um lado a outro", diz Scott Shaw, diretor do comitê de controle de infecções da Escola Cummings de Medicina Veterinária, na Universidade Tufts.
Não se sabe com que frequência animais domésticos desempenham um papel no contágio de seres humanos pelo vírus Staphylococcus aureus, resistente à meticilina, e vice-versa; médicos e veterinários não costumam determinar a origem dessas infecções. Mas quando esse trabalho de investigação científica é conduzido, no entanto, em geral em casos que envolvam infecções múltiplas ou recorrentes, os resultados oferecem um forte vínculo.
Em 2008, por exemplo, um filhote de elefante e 20 de seus tratadores no Zoológico de San Diego contraíram infecções de pele por MRSA. Uma investigação pelos dirigentes do zoológico e pelas autoridades estaduais de saúde determinou que o filhote, que terminou sacrificado, havia sido involuntariamente contaminado por um tratador que portava a bactéria, mas não sabia disso. O caso foi reportado em estudo publicado pela revista Morbidity and Mortality Weekly Report.
Mas os especialistas ainda não estão recomendando testes de rotina quanto à doença para os animais caseiros e os seres humanos. Em lugar disso, apelam pelo mesmo tipo de precaução adotada com relação a outros patógenos, especialmente a lavagem ou sanitização frequente das mãos antes e depois de brincar com um animal.
Os primeiros casos de MRSA em animais, registrados cinco anos atrás, pareciam afetar cães de terapia e outros animais expostos a pacientes ou profissionais de saúde. Essa categoria de animais ainda é vista como em risco acentuado, mas o padrão pode estar mudando.
Em estudo publicado semanas atrás pela revista American Journal of Infection Control, Elizabeth Scott e seus colegas no Centro de Hiegiene e Saúde no Lar e Comunidade, do Simmons College, em Boston, conduziram exames em superfícies domésticas tais como ralos de pia e banheiro, controles de torneira, vasos sanitários, cadeirinhas de bebê, latas de lixo e esponjas de cozinha, em 35 endereços selecionados aleatoriamente, para determinar que germes seriam encontrados. E eles localizaram o MRSA em quase metade das casas da amostra.
Quando tentaram determinar o que tornaria mais provável a presença doméstica dessa bactéria, descartaram diversos supostos fatores de risco, entre os quais, o exercício em academias de ginástica, ter filhos que usam creches, casos recentes de infecção ou uso de antibiótico, e até mesmo trabalhar em um centro de saúde.
A única variável que previa com probabilidade esmagadora a presença de MRSA em uma casa era a presença de um gato. Os proprietários de gatos tinham oito vezes mais probabilidade de ter germes de MRSA em casa. "Há diversos estudos que estão saindo no momento e demonstram que os animais de estimação apanham o MRSA de nós", diz Scott, "e depois o retornam ao meio ambiente". O próximo estudo de Scott avaliará pacientes que têm cirurgias eletivas marcadas. Nos casos em que identificar MRSA, ela estudará também os animais dessas pessoas, a fim de determinar se a transmissão entre esses grupos é comum ou não.
"Estamos em meio a uma epidemia cada vez mais intensa", disse o Dr. Richard Oehler, especialista em doenças infecciosas na escola de medicina da Universidade do Sul da Flórida, em Tampa, que revisou relatórios de casos de transmissão de MRSA entre pessoas e animais. O estudo de Oehler foi publicado em julho pela revista Lancet.
Oehler narrou o caso de um homem diabético que sofria de infecção recorrente na pele por MRSA; a origem terminou por ser traçada ao seu cachorro, um dálmata que portava a bactéria mas não estava doente. "O cachorro dormia na cama das pessoas da casa e as lambia no rosto", disse o Dr. Farrin Manian, diretor de doenças infecciosas no Centro Médico St. John¿s Mercy, em St. Louis.
Manian acredita que o cachorro tenha sido infectado pelo dono, inicialmente, mas que mais tarde se tenha tornado um repositório da bactéria, causando a reinfecção do proprietário. "Só depois de tratarmos toda a família e o animal conseguimos nos livrar de todas as infecções", disse Manian.
J. Scott Weese, clínico veterinário e microbiologista da Universidade de Guelph, no Canadá, acredita que a transmissão de MRSA entre animais e humanos seja relativamente rara, mas os animais podem ser um risco considerável porque seu relacionamento com os seres humanos é próximo. "Se você pensar naqueles com quem se relaciona de mais perto em termos de duração, intensidade e intimidade, para a maioria dos seres humanos estaremos falando de cônjuges, filhos pequenos e animais de estimação", afirma Weese. "E para algumas pessoas, os animais estão em primeiro lugar nessa lista".
Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: Terra Notícias
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Adolescente que sobreviveu à raiva humana tem alta no Recife
Baião de dois e macarrão com carne de bode. É esta a comida que Marciano Gomes, de 16 anos, quer encontrar quando chegar em casa. O adolescente, segunda pessoa no mundo e primeira no Brasil a sobreviver à raiva humana, recebeu alta, às 9h desta sexta-feira (18). Ele estava internado no Hospital Oswaldo Cruz (HUOC), Santo Amaro, Região Central do Recife.
De acordo com o chefe da equipe responsável pelo tratamento de sucesso, Gustavo Trindade, o garoto volta para casa, mas apenas por um certo tempo, já que, em três semanas, terá de retornar ao hospital para uma intervenção cirúrgica ortopédica no quadril. "A gente quer mais e isso vai depender dessa cirurgia e do pós-operatório", disse o médico infectologista.
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Para a agricultora Sônia Oliveira, 45, levar o filho para casa depois de 11 meses no hospital - com entrada em 10 de outubro de 2008 - é um alívio. "É uma emoção muito grande. Abaixo de Deus, os médicos", comemora dona Sônia que vive no distrito Nazaré do Pico, em Floresta, Sertão pernambucano.
Apesar da grande alegria, o pai de Marciano, João Gomes de Menezes, 52, volta com uma preocupação. Ele não sabe como fará para sustentar a família se, tanto ele quanto a esposa, terão que ficar sem trabalhar para cuidar do filho.
Marciano retorna ao lar com remédio suficiente para três semanas e duas cadeiras de rodas, mas ainda falta muito. Segundo a mãe, ele precisa de colchão (tipo casca de ovo), cama e dinheiro, já que a família terá que trazê-lo periodicamente para sessões de fisioterapia na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). "Tem que ter ajuda da família, do povo, dos amigos", pede dona Sônia. Os interessados em fazer doações, podem depositar qualquer quantia em dinheiro na poupança disponibilzada pelos pais do garoto.
Serviço
Endereço da conta bancária para doações
Banco Real
Ag. 1035-9
Conta Poupança 21743385
Beneficiário: João Gomes de Menezes
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Baixa umidade e frio também afetam animais
O inverno, acompanhado de baixa umidade aumenta a incidência de gripes e outras doenças conhecidas como doenças do frio não apenas em homens e mulheres. Os animais também precisam de atenção extra e cuidados nesta época e, como nos seres humanos, o vírus da gripe é o que mais vitima os animais. Mesmo que imunes à nova gripe (Influenza A - H1N1), os cachorros e gatos de estimação, por exemplo, também pegam gripe, sofrem com alergias e podem ficar com a resistência mais baixa.
Como explicou a veterinária Fábia Marques Viroel, os animais que mais sofrem nesta época são aqueles de pelos curtos, os idosos, os filhotes, principalmente aqueles que ficam fora de casa.
A veterinária reforçou que em dias de frio, é imprescindível que forre-se a casa ou o abrigo onde o cachorro fica. Se for canil, colocar tablado, papelão, cobertor, recomendou a veterinária, lembrando que, também de nada adianta encher o animal de roupa e colocá-lo para dormir em contato direto com o chão, por isso recomendou que se faça a cama, em uma base alguns centímetros acima do chão.
A veterinária também alertou quanto ao uso de aquecedores próximo dos animais, pois pode ocasionar acidentes. Para aquecer, recomendou que o dono aqueça água e coloque em garrafas Pet, e as deixe do lado da casa do animal.
Atenção e cuidados
Além de aquecer, a veterinária recomenda atenção aos sintomas que manifestam-se nos animais: espirros, muitas vezes mesmo sem secreção, tosse e uma espuma branca parecida com vômito que sai pela boca. O melhor é levar ao veterinário e vacinar contra a gripe, alertou.
Não apenas a gripe é recorrente nos animais nesta época, mas a veterinária falou também dos problemas de pele, causado, na maioria das vezes por excesso de perfumes no cachorro, ou mesmo o fato de deixá-los o dia todo com a mesma roupa.
Zoológico
Não apenas os animais domésticos precisam de atenção e cuidados específicos. No Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, informa a direção, os animais recebem todos os cuidados necessários para que não adoeçam durante o inverno.
Eles explicaram que os animais mais suscetíveis são os primatas, que por sua semelhança com os humanos, podem ser contaminados pelo vírus da gripe. Para evitar essa contaminação, a proximidade física é evitada. Cuidados com o abrigo dos bichos também são tomados. Eles recebem mais palhas, cobertores e reforço nos estrados. A alimentação é balanceada, com rações e frutas.
Fonte: Cruzeiro do Sul







