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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Projeto de lei obriga contratação de médicos veterinários

O projeto de lei que obriga a contratação de um veterinário em supermercados e estabelecimentos atacadistas será apresentado amanhã (09) pelo deputado estadual Marcos Rotta (PMDB) à mesa diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Na presença do presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes Arruda, o parlamentar vai expor a propositura, a qual dispõe da obrigatoriedade da presença de um médico veterinário como responsável técnico nos supermercados, hipermercados e atacadistas, onde sejam produzidos, manipulados, fracionados ou comercializados produtos e subprodutos de uso animal.
A proposta prevê ainda, em caso de descumprimento, multas que variam de R$ 1 mil a R$ 30 mil. Em situação de reincidência, além da punição por meio de multa, o estabelecimento também poderá ter suspensas as suas atividades comerciais.


O valor das multas será revertido ao Fundo Estadual de Defesa e Proteção ao Consumidor (Fundecon). Caberá ainda aos órgão de vigilância sanitária, estadual e municipal, a fiscalização do cumprimento da futura lei.


Mercado de trabalho

Com a aprovação desta lei, devemos ampliar o mercado de trabalho para estes profissionais, os quais no Amazonas somam apenas 545, sendo que boa parte é oriunda de outros Estados do país”, ressaltou o deputado.

Conforme dados da CFMV, o número de médicos veterinários em atuação no Amazonas representa menos de 5% do total de profissionais da área no Brasil, mais de 85 mil.(JM)


Fonte: Portal Amazônia

PARABÉNS PELO DIA DO MÉDICO VETERINÁRIO!

sábado, 29 de agosto de 2009

Não abandone seu amigo!

Mais alguns cartazes para a campanha wecare4animals.









Fonte: Pés de Meia

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Aprovado o Projeto de Lei que proíbe a apresentação de animais em circos em BH

Elefante impossibilitado de expressar seu comportamento natural
© WSPA

Foi aprovada no último dia 10 de agosto a emenda substitutiva do PL 02/2009, apresentado pelo vereador Iran Barbosa, que proíbe o uso de animais em espetáculos circenses em Belo Horizonte, Minas Gerais. A votação foi acompanhada de perto por representantes dos movimentos de proteção animal e de profissionais de circo.

A votação venceu a primeira instância no plenário municipal de Belo Horizonte. No segundo turno de votação os vereadores apreciarão o substitutivo e outras emendas, seguindo, se for o caso, para a posterior sanção do prefeito Márcio Lacerda. As multas para o descumprimento das normas dispostas pelo PL 02/2009 são de R$5 mil por apresentação e R$500 por animal exposto.

Antes, em 2003 e em 2008, projetos semelhantes foram apresentados na câmara. O primeiro não foi a provado e o segundo foi vetado pelo atual prefeito. Hoje, quatro cidades mineiras já têm leis que proíbem a apresentação de animais em circos: Juiz de Fora, Sete Lagoas, Poços de Caldas e Santos Dumont. Em Montes Claros, Norte do estado, um projeto de lei sobre o tema aguarda audiência pública.

Quanto à legislação federal, foi aprovado em junho deste ano o Projeto de Lei 7291/2006, na forma do seu substitutivo, que dispõe sobre a proibição do uso de animais em circos em todo o território nacional. A votação venceu por unanimidade na Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara dos Deputados. O próximo passo será a votação pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, se aprovada, o PL seguirá para a sanção presidencial.

Se você quer saber mais sobre o uso de animais em circos, a legislação sobre o assunto, ou se deseja manifestar-se participando de nosso abaixo-assinado, clique aqui.>>

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Crueldade e Solidariedade - Histórias se alternam

Numa semana em que um possível espancamento seguido de morte de uma cachorra foi notícia, outras pessoas dão exemplos de compaixão e sensibilidade com a causa de animais abandonados, entendendo inclusive que a situação é também um problema de saúde pública. Na tarde da última terça-feira, um cão, de aproximadamente seis meses invadiu as dependências do jornal Cruzeiro do Sul, com a pata direita traseira ferida. Ele foi socorrido. Em outro caso, ocorrido há cinco meses, mas que serve de exemplo, um casal adotou um cão com a pata dianteira muito ferida e hoje o cachorro está saudável, embora tenha apenas três pernas.

No começo da tarde de terça-feira, um cachorro branco entrou no jornal Cruzeiro do Sul, aproveitando a abertura dos portões para entrada dos veículos. E para surpresa de todos se instalou diante do acesso ao setor administrativo do jornal, e como quem queria pedir ajuda, ficou chorando e olhando para a pata ferida.

A cena comoveu inclusive diretores, que se preocuparam em alimentar o animal e encaminhá-lo para um atendimento veterinário. Levado pelo Centro de Apoio aos Protetores e aos Animais (Capa), o cachorro agora se encontra numa clínica veterinária situada na avenida Ipanema, 3.345, recebendo tratamento, e à espera de adoção, e de um nome.

Outro exemplo de amor aos animais é dado pelo técnico da equipe sorocabana de tênis, Antônio Flávio, e sua esposa Tatiana Brasileiro Barbi, que na tarde de primeiro de março avistaram um cachorro no canteiro central da avenida Armando Pannunzio, com a perna dianteira esquerda praticamente pendurada, provavelmente por um atropelamento. Ainda filhote, ele morreria em decorrência de hemorragia, caso não fosse socorrido.

Com o nome de “Zé”, atualmente ele convive com a cadela Sharapova e suas crias Maia e Martina (todas com nome de tenistas).

O casal relata o quanto é compensador poder ajudar aos animais abandonados, e destaca que o problema só será eliminado quando as pessoas tiverem consciência da responsabilidade que representa cuidar de um animal.

Crueldade

Na manhã de quarta-feira, o pedreiro Silvio Cezar de Pontes, 34 anos, foi acusado de chutar uma cadela que corria dele, e após ela ser atropelada, de bater sua cabeça contra a guia, matando-a. O caso aconteceu na esquina das ruas Pandiá Calógeras e Salvador Correa, no Jardim Vergueiro. Crueldade contra animais é crime previsto no Artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais. A cena foi descrita pela médica veterinária Alessandra Castro, que trabalhava num centro diagnóstico veterinário e saiu atraída pelos ganidos.


Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A importância da castração em pequenos animais

O termo castração se refere a uma ovário-histerectomia (remoção cirúrgica dos ovários e do útero) ou uma orquiectomia (remoção cirúrgica dos testículos).

A cirurgia reprodutiva engloba várias técnicas projetadas para alterar a capacidade do animal de se reproduzir, auxiliar o parto (cesárea) e/ou tratar ou evitar doenças dos órgãos reprodutivos.

A indicação principal para cirurgias do trato reprodutivo é limitar a reprodução, mas elas também podem ser realizadas para aliviar um parto complicado (por exemplo em raças como Bulldogues, Pug, Pinsher... e etc), também para evitar e tratar câncer mamário influenciados por hormônios reprodutivos, ajudar a controlar determinadas doenças do trato reprodutivo (ex: Piometra – Infecção do útero) e também exerce influencias positivas sobre outras doenças como diabetes, epilepsia e algumas doenças dermatológicas hormonais. Em alguns animais, realiza-se castração para evitar ou alterar anormalidades de comportamento como agressividade, micção para marcar território, agitação e em alguns gatos para diminuir a vida de “boemia noturna”.

CASTRAÇÃO X CÂNCER DE MAMA:

O câncer de mama é a neoplasia mais comum em cadelas. Em razão da elevada incidência dos tumores mamários em fêmeas da espécie canina, seu estudo vem crescendo em relação a outras doenças. Cada vez mais, os proprietários exigem que seus animais de estimação tenham atenção semelhante àquela prestada aos doentes humanos.

Essas neoplasias acometem com maior freqüência fêmeas com 7 a 12 anos de idade. Antes e depois deste período os tumores são menos freqüentes.

As raças mais acometidas são os Poodles, os Pastores Alemães e os Cocker Spaniels, além dos animais sem raça definida. Entre as causas que contribuem para o desenvolvimento tumoral são citados vários fatores. Hormônios como o estrógeno, a progesterona e o hormônio de crescimento influenciam no desenvolvimento do câncer.

Por isso, considerando que os hormônios exercem grande influencia no desenvolvimento do câncer de mama, existe uma grande diferença quanto ao índice do risco em cadelas castradas e não castradas, dependendo ainda da fase em que a intervenção cirúrgica é efetuada. A Castração realizada antes do primeiro cio da vida da cadela, reduz o risco de desenvolvimento de câncer de mama para 0,05%, sendo que esse risco aumenta significativamente nas cadelas castradas após o primeiro cio (8%) e o segundo cio (26%). A Castração tardia, não reduz o risco de desenvolvimento de tumores malignos, embora o risco de tumores benignos pareça reduzir com a castração mesmo em idade avançada.

CONCLUSÃO:

Tendo as devidas informações ditas acima, com certeza a castração precoce (antes do 1º cio) é o método mais eficiente contra a proliferação canina no mundo, uma atitude moderna que além de diminuir a população de cães desabrigados e mal tratados, tem o grande benefício de diminuir a chance de câncer de mama em fêmeas caninas e felinas.

Desaconselho totalmente o uso de contraceptivos nas espécies canina e felina, ou seja, “injeção para não ter cio”, pois podem causar um grande transtorno para as fêmeas. Infelizmente as pessoas que concordam com este procedimento, estão dando um futuro incerto para esses animais que com certeza desenvolverão câncer de mama e/ou outras doenças inerentes ao trato reprodutivo.

Procure o seu médico veterinário de confiança e tire suas dúvidas sobre este assunto de tão grande importância para a saúde de seu animalzinho de estimação que nós tanto amamos. Um grande abraço a todos os colegas, proprietários, colaboradores e organizadores deste site.

Vila Velha-ES, 19 de Julho de 2009 / M.V. Márcio de Queiroz Arantes CRMV-ES 650

Clínica médica e Cirúrgica

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Por que esterilizar/castrar?

Controle Populacional

Um casal pode originar em 10 anos em sucessivas gerações com duas crias por ano de 2 a 8 filhotes por cria


Proteja o seu amigo e as gerações vindouras!

Esterilize os seus animais!


Todos os anos assistimos ao drama de milhares de cães e gatos abandonados, doentes ou atropelados nas ruas.


Estudos documentam que a única maneira de terminar este flagelo a médio ou longo prazo e prevenir a procriação indiscriminada dos animais. Existem milhares de cães e gatos não castrados à solta nas ruas.


O seu animal é um deles?


Porque esterilizar/castrar... A esterilização das fêmeas previne que o seu animal apanhe doenças sexualmente transmissíveis e incuráveis. Previne também o aparecimento de muitos cancros, infecções uterinas graves, gravidezes psicológicas e cios. O veterinário pode informá-lo sobre isto. A castração do macho previne lutas e certos comportamentos agressivos. A esterilização/castração de gatos torna-se ainda mais essencial porque são animais mais difíceis de controlar, que tendem a fugir para seguir os seus instintos e muitas vezes regressam gravemente feridos, ou não regressam...

Mais animais abandonados nas ruas porquê? Esterilizar e castrar trata-se também (senão principalmente) de controlar o nascimento de animais de rua, muitos deles condenados a uma vida miserável e infeliz. Uma fêmea de rua, com dois cios por ano, pode dar origem a ninhadas de muitos cachorros ou gatinhos que morrerão pouco depois ou ficarão a viver nas ruas, aumentando a uma velocidade enorme o numero de animais vadios, que podem até pôr em perigo a saúde pública.

O que é a esterilização/castração? É uma cirurgia simples e muito rápida. Nos machos é feita uma pequena incisão e são-lhes retirados os testículos. O corte pode depois ser cozido ou deixado aberto, cicatriza em poucos dias. Nas fêmeas, a esterilização consiste em retirar órgãos internos (útero e ovários). A recuperação é rápida, tal como nos machos. A anestesia, que é geral, vai desaparecendo e em poucas horas o animal recupera totalmente. As idades mais aconselháveis para a esterilização são sempre antes da primeira manifestação do cio. No entanto, a operação pode ser feita em qualquer altura, mesmo em fêmeas grávidas.
Idades preferenciais: Cadelas: Antes do primeiro cio Cães: Idade adulta Gatas: Aos 5 meses Gatos: 8-9 meses

O fantasma da castração Muitas pessoas têm argumentos de peso contra a castração... mas ao contrário do que pensam, não se trata de uma crueldade. Envolve riscos, como qualquer cirurgia, mas são mínimos. Qualquer pessoa que possua gatos ou cães castrados pode dizer-lhe que eles recuperam em horas e não dão por diferença nenhuma. Nem sequer ficam impedidos de fazer seja o que fôr. Simplesmente, a hormona que provoca os cios e o instinto de cobrição deixa de ser produzida. Os animais não acasalam por prazer, apenas por instinto, sem consciência, logo, não sofrem com a diferença. Esses instintos desaparecem e o animal fica com menos stress e menos frustração, estando mais feliz e satisfeito com outras actividades e passa os dias mais descansado. O animal castrado ou esterilizado não é necessariamente mais preguiçoso ou gordo do que o animal deixado inteiro! Se alimentado correctamente e dada a oportunidade de suficiente exercício diário qualquer animal se manterá em forma.


Em todo o caso, o veterinário é o melhor conselheiro. Ele o informará das vantagens da castração e da melhor altura para a efectuar. Fale com ele e decida, para o bem do seu animal e de muitos outros.

Fonte: Esterilização Obrigatória